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4 de outubro de 2014

Por que algumas mães têm baixa produção de leite?!

Coluna “Dra Ana Heloisa responde”: Baixa produção de leite.

Por que algumas mães têm baixa produção de leite?
Essa pergunta reflete uma situação extremamente comum! A mãe chega em casa com o bebê, depois de ter recebido uma rápida e rasa orientação na Maternidade sobre como amamentar corretamente, e começa sua rotina materna. Em poucas semanas o bebê começa a apresentar um comportamento típico de quem está com fome, ela acredita que está fazendo tudo certo e não se dá conta de que a mamada não evolui da forma adequada por que seu bebê não sabe abocanhar a aréola na sua grande maioria. Por isso o leite sai, mas nunca na quantidade necessária e a criança sempre acaba a mamada exausta, e por consequência dormindo, mas nunca saciada. Dali a muito pouco tempo pede para mamar de novo. O comportamento de mamar o tempo todo e de pouquinho em pouquinho é normal nos primeiros dias quando o colostro é o que desce, e mesmo no início da descida do leite, quando o bebê ainda está mostrando para o nosso cérebro o tamanho de sua fome, mas depois, o esperado é que uma rotina de intervalos se estabeleça e o neném comece a apresentar um comportamento de saciedade no final das mamadas.
Quando nos desesperamos, desconfiadas de que não produzimos leite suficiente para os nossos filhos, começamos a tomar uma série de medidas que só nos deixarão mais tensas e inseguras, ao invés de simplesmente procurarmos ajuda para ensinar o bebê a abocanhar corretamente a aréola. Medimos com a bombinha o leite retirado por ela, damos leite em pó, damos chupeta… Quando o que nós precisamos realmente é da ajuda de uma consultora em Aleitamento Materno!



Fonte: http://www.amamentareh.com.br/baixa-producao-de-leite/

25 de setembro de 2014

Aleitamento materno

Crianças amamentadas por mais tempo quando bebês têm menos infecções de ouvido e de garganta, além de episódios de sinusite, nos seis primeiros anos de vida.
A conclusão faz parte de um levantamento feito pelo Instituto Nacional de Saúde e pelo Centro para Controle e Prevenção de Doenças, ambos dos Estados Unidos. O estudo acompanhou cerca de 1 500 mulheres grávidas e, depois, seus filhos até que completassem seis anos.
Todo mês, as mães relataram se as crianças tiveram gripe, sinusite, pneumonia, além de infecções de garganta, ouvido e urina. Os pesquisadores também coletaram dados sobre se elas haviam amamentado os seus filhos e por quanto tempo.
Impactos
 A pesquisa indicou que as crianças que foram amamentadas por no mínimo nove meses apresentaram quase 70% menos episódios de infecções de ouvido e de garganta, além de 30% menos casos de sinusite, do que as que foram amamentadas durante até três meses.
O estudo também mostrou que a intensidade do aleitamento materno influenciou a saúde das crianças ao longo dos anos. Quando o leite materno correspondeu a mais de dois terços de todo o leite ingerido pela criança nos seis primeiros meses de vida, em comparação com menos de um terço, o risco de ela ter sinusite na infância foi 53% menor.
Os autores do estudo não encontraram relação entre a amamentação e o risco de gripe e infecção urinária ou pulmonar.
"O leite materno é rico em fatores imunológicos que ajudam a criança a lutar contra infecções na infância. Porém, os mecanismos pelos quais o leite da mãe continua protegendo a criança mesmo quando ela para de ser amamentada ainda não estão claros", escreveram os autores no artigo, que foi publicado na revista médica Pediatrics. 

Fonte: http://www.aleitamento.com/amamentacao/conteudo.asp?cod=1969